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Ilustração do livro Batendo à porta do céu
Divulgação

Resenha do livro Batendo à Porta do Céu de Jordi Sierra i Fabra

Ir trabalhar como voluntária em um hospital num país distante não é uma decisão fácil. Ainda assim, foi a escolha de Sílvia, uma jovem espanhola, estudante de medicina, que vai para a Índia. Além de se deparar com uma realidade muito diferente da sua, é colocada diante de situações extremas e conhece pessoas que se tornarão muito especiais. É uma experiência que muda sua vida e seu modo de pensar.

Ilustração do livro Batendo à porta do céu
Ilustração do livro Batendo à porta do céuFoto: Divulgação

No prefácio somos introduzidos rapidamente à Índia e as suas religiões; como sou apaixonada por livros que retratam outras culturas, quando li o prefácio de 'Batendo à porta do céu' já sabia que ia me apaixonar.

'Não somos capazes de entender a Índia, é impossível, são muitos contrastes. Nós a amamos, e isso basta. Mas suponho que é isso que a torna algo vivo, mágico. Tudo o que for dito a favor ou contra é verdadeiro.'

No livro conhecemos a história de Silvia, que é a bonita filha de dois conceituados médicos em Barcelona e que deseja ser muito mais do que isso. Ela faz medicina, por ser sua paixão, e decide ser voluntária no RHT (Rural Hospital Trust) na Índia. A partir daí começa uma história que não pode ser julgada com olhos ocidentais, onde os personagens se descobrem, mudam, amam e deixam muita saudade no final.

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