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Reprodução/ YouTube

Bruno Bock e Suzane von Richthofen? Entenda

Influenciador digital Bruno Bock revela curiosidade da adolescência: o dia em que beijou Suzane. Tem essa cena no filme 'A Menina que Matou os Pais', com Carla Diaz?

Da Redação, publicado em 24/04/2021 e atualizado hoje.

Falamos sobre os filmes 'A menina que matou os pais' (2021) e 'O menino que matou meu pais' (2021), com direção de Maurício Eça, reunindo a biografia de Suzane Von Richthofen, a jovem que chocou o Brasil em 2002 com o assassinato dos pais, Manfred von Richthofen e Marísia. Maurício Eça conta com os roteiristas Ilana Casoy e Raphael Montes. No elenco do filme brasileiro estão Carla Diaz (Suzane), Leonardo Bittencourt (Daniel Cravinhos), Gabi Lopes (Carol), Vera Zimmermann (Marísia), entre outros. A estreia do filme nos cinemas foi adiada por conta da pandemia. Há negociações para estreia em plataformas streaming.

Mas antes de falar sobre um filme tão pesado, reunimos uma curiosidade aleatória para essa introdução. Você sabia que, na vida real, Bruno Bock já beijou Suzane?

Quem é Bruno Bock?

Na biografia do artista, destacamos a criação da marca Pipocando, o canal de vídeos do YouTube (criado em 2014) que reúne curiosidades do cinema. Bruno Bock e Rolandinho apresentavam o Pipocando sobre filmes. E mais à frente, Bruno Bock e Junior Lima apresentaram o Pipocando Música, com curiosidades sobre o mundo da música.

Como empresário, Bruno é sócio-fundador da Blues. Como apresentador, destaques para Zapeando (na SKY) e Dobro de Manteiga (no Comedy Central). São milhões de seguidores nas redes sociais e milhões de inscritos no YouTube. Já entrevistou Jim Carrey em seu canal. Na vida pessoal, mostrava fotos no Instagram com a namorada Hanny.

Bruno e Suzane?

Em vídeo divulgado no YouTube, em dezembro de 2020, Bruno Bock revelou que já 'deu um beijos' em Suzane na época da adolescência. A data de nascimento de Suzane é 3 de novembro de 1983. Eles se conheceram aos 16 anos de idade durante viagem de uma semana para Bahia.

'Eu tinha 16 anos de idade. Estávamos numa casa na Bahia. Aí a brincadeira era de passar gelo um para o outro com a boca. Aí dei uns beijinhos na Suzane. Depois que contei a história, já falaram que nós ficamos, que estávamos namorando, enfim, o pessoal vai aumentando. Mas na verdade foram só uns beijos. E depois, em 2002, quando aconteceu tudo aquilo, um amigo me ligou contando: cara, liga a TV! É a Suzane, bicho. Olha isso...', relembrou Bruno.

Bruno ainda comentou que Suzane von Richthofen era muito bonita aos 16 anos de idade. E que eles estavam jogando Playstation 1 na viagem de férias. Ambos com 16 anos de idade.

Curiosidades sobre o filme

Fechamos o parêntesis com a curiosidade aleatória. E vamos ao filme. O caso aconteceu em São Paulo, envolvendo a jovem Suzane Von Richthofen, o namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele, Cristian Cravinhos. As vítimas foram o pai e a mãe de Suzane, Manfred von Richthofen e Marísia. A ideia de Maurício Eça foi dividir o projeto em dois filmes: 'O menino que matou meu pais' e 'A menina que matou os pais'.

Uma curiosidade mostrada no filme destaca o vigia da rua onde a família morava. Francisco Genivaldo assistia ao jogo Flamengo naquela noite. E foi através de uma informação dele, que assistia ao futebol, que a polícia conseguiu confirmar o horário da invasão à mansão em São Paulo. O caso aconteceu três dias antes de Suzane completar 19 anos de idade (aniversário em 3 de novembro de 2002).

Carla Diaz no maior desafio da carreira

Ok, o BBB 21 foi pauleira. Mas o que dizer de interpretar Suzane nos cinemas? Carla Diaz contou em entrevista ao jornal O Globo:

'Fiz um monólogo baseado nos autos do processo. Pela primeira vez, faço personagem baseado num caso real e que está viva (...) li matérias, entrevistas. Foquei no jeito que a Suzane falava. Ela tinha personalidade forte, jeito doce para falar, olhar de baixo para cima, postura contida, fruto de criação alemã rígida. Minha construção foi baseada na leitura corporal. Mas o mais importante foram os workshops com a roteirista e criminóloga Ilana Casoy. Ela esteve nas investigações', declarou.

Carla Diaz também explicou que precisou se distanciar do julgamento pessoal para fazer a interpretação. Ficou chocada com o que ela fez. Mas precisava de uma interpretação sem essa leitura. Também contou que não conheceu Suzane pessoalmente.

'Tive vontade? Claro, mas não era uma possibilidade. Os envolvidos não têm ligação com a produção (...) no tribunal, falo coisas que saíra, de sua boca e não coisas que contaram que ela disse. Passei por um estado emocional que nunca tinha vivido. Quando sentei na cadeira para fazer a cena do depoimento, não contive as lágrimas', acrescentou.

Críticas 'A menina que matou os pais'

Este artigo será atualizado com as críticas relacionadas ao filme de Maurício Eça. O espaço abaixo é aberto para comentários e críticas sobre o longa-metragem do cinema nacional.

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